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Gravações em SP e Rio estão no primeiro disco ao vivo de Norah Jones

19/04/2021 | 00:46

Por Emerson Lopes*

E lá se vão quase duas décadas desde que a música “Don’t Know Why” apresentou a cantora Norah Jones para o mundo. Na época, com apenas 23 anos, ela surpreendeu ao conquistar cinco Grammy de uma vez só.

Com vários discos no currículo e uma carreira que caminha pelo pop, folk e jazz, Norah Jones lança agora seu primeiro disco ao vivo: Til We Meet Again, com gravações registradas entre 2017 e 2019, nos EUA, Brasil, França e Itália.

Das 14 músicas, seis foram gravadas no Brasil (Rio de Janeiro e São Paulo), e a maioria com o formato de trio, com Norah (piano), Brian Blade (bateria) e Christopher Thomas (baixo). O percussionista brasileiro Marcelo Costa toca na faixa “Those Sweet Words”, gravada em 13 de dezembro de 2019, no Vivo Rio, e o flautista carioca Jorge Continentino participa da faixa “Just a Little Bit”, também registrada no Rio.

Capa do 1° disco ao vivo da cantora norte-americana

O álbum também traz três músicas do seu disco de estreia Come Away with Me, são elas: “Cold, Cold Heart”, “Don’t Know Why” e “I’ve Got To See You Again”, esta última gravada na França. A formação de trio é deixada de lado na ótima “It Was You”, que originalmente foi lançada no EP Begin Again, de 2019. Aqui, ela aparece com a participação do órgão de Pete Remm, que também está na faixa “Begin Again”.

Em trio, é possível ouvir melhor os acordes do piano de Norah. Eles são essenciais em faixas como “After the Fall”, “Flipside” e “Tragedy”. A cantora também incluiu no repertório a música “Falling”, parceria com o brasileiro Rodrigo Amarante, do grupo Los Hermanos.

O disco fecha com uma versão solo da música “Black Hole Sun”, originalmente gravada pelo grupo Soundgarden. Foi a primeira vez que a cantora interpretou essa música, uma homenagem ao cantor Chris Cornell, que se suicidou em 18 de maio de 2017, aos 52 anos, em um quarto de hotel, horas depois de ter se apresentado no Fox Theatre, em Detroit. A versão de Norah aconteceu no mesmo lugar onde, apenas cinco dias antes, Cornell fez a última apresentação de sua vida no comando do Soundgarden.

*Emerson Lopes    é jornalista, autor do livro     Jazz ao seu alcance, da editora Multifoco, e apresentador do podcast     Jazzy.     Saiba mais sobre o livro     aqui. Ouça o podcast    aqui

 

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Por Emerson Lopes*

E lá se vão quase duas décadas desde que a música “Don’t Know Why” apresentou a cantora Norah Jones para o mundo. Na época, com apenas 23 anos, ela surpreendeu ao conquistar cinco Grammy de uma vez só.

Com vários discos no currículo e uma carreira que caminha pelo pop, folk e jazz, Norah Jones lança agora seu primeiro disco ao vivo: Til We Meet Again, com gravações registradas entre 2017 e 2019, nos EUA, Brasil, França e Itália.

Das 14 músicas, seis foram gravadas no Brasil (Rio de Janeiro e São Paulo), e a maioria com o formato de trio, com Norah (piano), Brian Blade (bateria) e Christopher Thomas (baixo). O percussionista brasileiro Marcelo Costa toca na faixa “Those Sweet Words”, gravada em 13 de dezembro de 2019, no Vivo Rio, e o flautista carioca Jorge Continentino participa da faixa “Just a Little Bit”, também registrada no Rio.

Capa do 1° disco ao vivo da cantora norte-americana

O álbum também traz três músicas do seu disco de estreia Come Away with Me, são elas: “Cold, Cold Heart”, “Don’t Know Why” e “I’ve Got To See You Again”, esta última gravada na França. A formação de trio é deixada de lado na ótima “It Was You”, que originalmente foi lançada no EP Begin Again, de 2019. Aqui, ela aparece com a participação do órgão de Pete Remm, que também está na faixa “Begin Again”.

Em trio, é possível ouvir melhor os acordes do piano de Norah. Eles são essenciais em faixas como “After the Fall”, “Flipside” e “Tragedy”. A cantora também incluiu no repertório a música “Falling”, parceria com o brasileiro Rodrigo Amarante, do grupo Los Hermanos.

O disco fecha com uma versão solo da música “Black Hole Sun”, originalmente gravada pelo grupo Soundgarden. Foi a primeira vez que a cantora interpretou essa música, uma homenagem ao cantor Chris Cornell, que se suicidou em 18 de maio de 2017, aos 52 anos, em um quarto de hotel, horas depois de ter se apresentado no Fox Theatre, em Detroit. A versão de Norah aconteceu no mesmo lugar onde, apenas cinco dias antes, Cornell fez a última apresentação de sua vida no comando do Soundgarden.

*Emerson Lopes    é jornalista, autor do livro     Jazz ao seu alcance, da editora Multifoco, e apresentador do podcast     Jazzy.     Saiba mais sobre o livro     aqui. Ouça o podcast    aqui

 

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